quinta-feira, 21 de maio de 2009

anjinho

Tenho um anjinho, de carne e osso, na minha casa.
Que ri, chora, olha, acompanha, encanta.
É uma delícia!
Mesmo tendo que mudar tudo por ele, continua sendo uma delícia.
É tão lindo meu fofo...
Hora para alguma coisa? Marcada? Ahahahaha...
Nossa! As madrugadas voam, não se percebe que já passaram 40, 50, 60 minutos e ainda estamos ali.
De dia, as horas não deixam nem marca no relógio, mais que voam...
Quantas horas felizes!
Os chorinhos são logo esquecidos quando acompanham um sorriso. Um olhar especial.
Como é bom ter um anjinho, com seu anjinho da guarda!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Mágica

Ler sobre qualquer assunto sem estar passando por ele, não tem o mesmo significado.
Agora que estou esperando um baby, tudo é mais mágico!
Os olhos brilharam ao reler a informação de que a altura, o sexo, a cor dos olhos, tudo do bebê já se define no encontro dos cromossomos dos pais. É mágico!
Agora, é só curtir e esperar para ver ... e sentir!

perninhas do K

O meu "K" tem mais do que 4 perninhas...
Mas estou perto de terminar a quarta, depois serão as perninhas escondidas atrás da sombra!
Mas já dá para respirar melhor

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

0800 caquedo

Há 3 semanas ligo quase diariamente para o 0800 da Editora Abril.
Além de ir ouvindo e escolhendo as opções automática, e já ir preenchendo informações como o código de assinante para "agilizar" o atendimento, quando finalmente sou atendida, é preciso repetir TUDO de novo, nome, código de assinante, telefone, endereço, CPF.
Aí, passam para o setor responsável, e o que acontece? Tenho que repetir as mesmas informações ditas anteriormente.
Mas o que é isso? Que sistema imbecil é esse que não armazena nada do que se digita ou é dito anteriormente?
Aí, passam para outro setor, pela terceira vez, e... surpresa: a ligação cai.
Conclusão, há 3 semanas recebo a resposta automática de que até "sexta-feira" receberei um e-mail com as explicações.
Sabe há quantas "sextas-feiras" estou aguardando? Três.
Qual será a diferença entre elas? Por que não resolvem numa segunda, quando liguei, ou na terça, quando liguei de novo? Por que "sexta-feira"? Tudo bem, se resolvessem ... Mas não... a "sexta-feira" chega, e nada.
O abrilsac também só retorna e-mail dizendo que foi encaminhado ao setor responsável e "em breve" terei retorno.
Acho que "em breve" não deve ter o mesmo significado para eles do que para o dicionário. Quanta raiva por não termos como reagir. Não sei mais a quem recorrer. Não tenho como bater na porta da Editora Abril em São Paulo...
Entrei com registro no Procon, mas a audiência é em 30 dias...
A gente fica à merce dos atendentes, que não resolvem nada, e só irritam os clientes.
Ah! Fiz o teste da opção de "compra". E em menos de 1 minuto, a gente é atendido.
Que coisa, não?
Hoje vou me poupar e não vou ligar para o 0800. É muita falta de respeito. Vou dar um tempo.
Acho que vou aguardar até sexta ...

O que fazer?

terça-feira, 29 de julho de 2008

Fordão

Fordão é com letra maiúscula pois é nome próprio.
Ano de nascimento: 1951.
Aventuras...várias, desde 1998.

a mais atual:

Depois de um ano no hospital-oficina para arrumar a parte mecânica, Fordão retorna à casa, e como tem que ser ligado semanalmente para carregar bateria, e outras cositas más, Juliano resolve ir trabalhar com o Fordão.

São 7h da manhã e o telefone toca para eu descer com a chave do outro carro, pois o Fordão está com o pneu furado. Até constatar isso, foram longos minutos de manobras ...
Era o pneu dianteiro à direita, que não se vê quando entra no carro.

No outro dia, sábado de manhã, Juliano e eu à procura por macaco e chave de rosca para a troca de pneu. Vai para lá, oficina para cá, vizinho empresta ambos. Oba!
Retirado, coloca step no lugar, vamos com o outro carro (bom!) até a borracharia. Dez pila, pronto!
À tarde...
"Vamos jogar squash e vamos com o Fordão?" Ouvi a pergunta crucial, pois no dia em que o Fordão saiu do hospital-oficina, semanas atrás, eu disse que só ia andar nele depois que estivesse 100%, uma vez que tive vááááárias aventuras "bem legais" com ele.
Não falta muito (só espelho retrovisor e parte elétrica), mas o trauma é antigo...
"Então, quer ir comigo ou vai atrás com o carro?".O Juliano ainda me deu esta brilhante opção.
Aí... dia ensolarado... "Ah! vou passear de Fordão".
Bem belos, TODO MUNDO olhando, pois ele marca presença, eu bem faceira entrando no estacionamento da academia, mostrando o Fordão para o professor, etc.
1 hora depois, saindo da academia, o Fordão resolve encavalar a embreagem, e, "então, pára. Estaciona!"
Mexe, mexe, testa... nervos ainda calmos. "O problema será logo descoberto e resolvido", pensei.
Sol se pondo e sem o telefone do mecânico. O celular às vezes dá pane e não mostra alguns números. "Puxa! Bem esse agora..." e bateria no fim.
E mexe, testa, isso, aquilo... e a idéia de vendê-lo retorna, não só no pensamento, mas na fala também...
Bom, de táxi fui para casa pegar o carro (bom) e o telefone do mecânico. Detalhe: o taxista também tem um carro antigo e estava super empolgado, contando, e eu morrendo de raiva...
Enquanto isso, Juliano atrás de oficinas próximas e telefones de guincho, retornando à academia e buscando auxílio do professor, já que ele conhece o bairro. Aliás, bairro longe do nosso ....
30 minutos depois (agora dirigindo um carro que pega, anda, breca, tudo normal), o mecânico não consegue resolve o problema virtualmente.
Carro (bom) tenta, em vão, puxar o Fordão. Quase arrebenta metade do carro, pois o Fordão nem cócegas. Está travado, e olha que era descida. "E agora? Como empurrá-lo, levá-lo a algum lugar para passar a noite?" Detalhe: isso já eram quase 8 da noite. Tudo começou às 18h.
"Então, o guincho leva até a oficina oficial ao invés daquela aqui do bairro, já que vai de guincho mesmo", disse Juliano, que nessas alturas já tinha me vendido junto com o Fordão, pois aquele meu pensamento em voz alta se repetia a cada 5 minutos.
E agora liga para o mecânico para abrir a oficina oficial, num sábado à noite... Ah, sim... com outro celular, já que o primeiro zerou a bateria.
Mais 25 minutos para chegar o guincho, pois o cara não encontrou o local, o Fordão é arrastado na marra para cima do caminhão.
Vou seguindo o guincho até quase atravessar a cidade... e o Fordão no maior sucesso!
Apesar de já ser noite, as pessoas avistavam aquela nave, em cima de um guincho, e não tinha quem não virasse o pescoço...
às 20h20min chegamos na oficina. E quem fazia o Fordão descer? Nada, emperrado... 3 homens empurrando. Agora eu só olhava, já que minhas tentativas de força com ele foram mais do que em vão ...
E agora?
Bom, não fui vendida junto, e nem o será o Fordão.
Mais alguns dias de hospital-oficina, e retornarão as aventuras.

Ah!.. era para calibrar o step e os quatro pneus na VOLTA do squash ...

sexta-feira, 27 de junho de 2008

intolerância aos intolerantes

tolerância = tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, agir e sentir diferentes ou mesmo diametralmente opostas às nossas.
intolerância = modo de ser que reprovamos ou julgamos falsos.

Se tolerância zero é o mesmo que intolerância, então sou intolerante.
Voltemos ao dicionário para ver seu exato significado ...
...
...
Intolerante = inflexível, rígido.
Opa, encontrei outra palavra que também posso usar = intolerantista, que significa = sectário do intolerantismo, intolerante.
Outra palavra logo abaixo = intolerável = que não se pode suportar ou aceitar ou consentir.

Agora que estou munida de palavras, quero deixar claro que sou intolerante ao álcool para motoristas.
Beber e dirigir é intolerável.

Durante minha estadia na Austrália, quando alguém do grupo não bebia, já se sabia: ele seria o motorista.
Lá as pessoas bebem bastante quando saem, mas vão e voltam de táxi, de metrô, de ônibus. Nós bebíamos bastante nas festas, mas voltávamos de metrô, ônibus, ou à pé, já que não tínhamos carro, e se tivéssemos, não poderíamos mesmo sair dirigindo assim, pois ia dar problema.
Quando fomos conhecer os vinhedos com meu primo Maurício, ele não provava nem o aroma do vinho, pois ELE era o motorista, e lá a lei funciona. E por quê? Porque, se pego, perde a carteira na hora e é muuuuuuuuuito difícil consegui-lá novamente em anos. Então é assim: rígido, inflexível. E assim funciona.
O mesmo ocorre nos EUA. Bobeou, dançou. Lá os guardas aparecem do nada. Quando você pisca, tá o carro da polícia fazendo sinal de luz para você parar.
Não sei como são as estatísticas desses países sobre mortes no trânsito causadas por bebida, mas os exemplos de não misturar bebida com volante ficaram registrados, o que ajuda a aceitar esta tolerância zero com mais naturalidade. Algo do tipo "já estava na hora".
Digo "aceitar com naturalidade" pois sou de uma geração que bebe bastante o que quer, quanto quer, onde quer, a hora que quer, e não é fácil mudar assim de uma hora para outra.
É... essa é uma cultura que será para nossos filhos. Começa assim, mudando os hábitos, aos poucos, ao longo dos tempos.
Vamos ver no que vai dar...
Intolerância aos intoleráveis.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

fat hope

"Alimentei tanto a esperança que ficou muito obesa a decepção"

by my father